Atualizado: Jun 4



Além de escrever sobre minhas observações e reflexões quanto ao momento desafiador (e, ao mesmo tempo, oportuno) que vivemos na Terra, pensei em outra forma de contribuir para trazer resiliência, serenidade e até mesmo bem-estar a esta fase de nossas vidas.


Então, desde o início do isolamento social, passei a compartilhar — em grupos e redes sociais — atitudes e hábitos simples, mas super eficazes, que eu pratico no meu dia a dia e que me ajudam muito a manter a mente, o corpo e o coração mais tranquilos, independentemente dos desafios que surjam...


São práticas que aprendi com meditação, thetahealing, técnicas de respiração e gerenciamento do estresse, aromaterapia, reiki e yoga como estilo de vida (também conhecida como Bhakti Yoga).


As ideias que eu compartilho esta semana estão alinhadas ao texto que recebi da minha professora de Aromatologia e é atribuído à inspiradora Ligia Moreiras Sena.


Identifiquei-me muito com as análises desta admirável mãe-cientista, como Ligia se define. Mestre e doutora em psicobiologia, comportamento humano em situações adversas, papel do estresse agudo e crônico sobre o comportamento, resiliência física e mental, transtornos de ansiedade e psicobiologia do comportamento aversivo, entre outros, Ligia Moreiras explica os sentimentos que estamos experienciando nesta fase da quarentena.


Ela nos lembra que “não tem nada de ‘doente’ ou ‘incapaz’ ou ‘fraco’ ou ‘despreparado’ quem não está se sentindo bem neste momento. É normal. É esperado. Logo mais vamos reagir de outra maneira”.


Ligia também observa que “o isolamento social também tem fases. Essa é bastante densa”. E recomenda: “Segurem-se no que vocês têm de mais valioso em suas vidas” :


"A fase atual da quarentena, abrindo o terceiro mês, é marcada por:

  • Cansaço;

  • Desânimo intenso;

  • Necessidade absoluta de reformulação (de trabalho, de coisas decididas inclusive no início da quarentena, de práticas, de pensamentos, de rotina inicialmente adotada no isolamento, de tudo);

  • Corpo com sinais de pouco uso, pouco alongamento, pouco movimento, mesmo que você esteja se movimentando, porque sua rotina foi alterada e o corpo está se adaptando ao novo;

  • Pensamento negativista;

  • Descrédito generalizado em informações;

  • Nostalgia;

  • Pensamentos vagos;

  • Dificuldade de continuar tarefas por não ver sentido nelas (confiem, elas têm sentido sim, é só a sua percepção);

  • Apetite alterado;

  • Déficit de atenção e de manutenção de foco;

  • Anedonia (incapacidade de sentir prazer com coisas que antes nos eram prazerosas); entre outros.

Isso não é só fruto da minha observação, mas também dos estudos que já fiz e que continuo fazendo sobre efeitos do confinamento, do isolamento social, do estresse imprevisível.

Curiosamente, esses são temas dos domínios da minha primeira área de formação — psicobiologia, comportamento humano em situações adversas, papel do estresse agudo e crônico sobre o comportamento, resiliência física e mental, transtornos de ansiedade (ansiedade generalizada e pânico), psicobiologia do comportamento aversivo etc... — sobre os quais fiz mestrado e meu primeiro doutorado. E sim, quando não temos como prever os eventos estressantes e traumáticos, nos comportamentos dessa maneira aí.

Por que estou apontando isso? Para que todo mundo que está se sentindo assim saiba que muita gente está assim.

Não é um problema seu, uma inabilidade sua, uma incapacidade. É assim mesmo que a gente se comporta.

Então, minha gente querida: SEGURA FIRME NESSA BAGAÇA AÍ E NÃO DEIXA A COISA DEGRINGOLAR.

Lembrem-se sempre: Nosso corpo e nossa mente reagem a despeito da forma como gostaríamos que reagissem.

Tem muita gente em sofrimento, sim. E isso não diz nada a respeito da sua capacidade de enfrentamento, não diz que você é fraco ou desorganizado ou nada disso. Diz apenas que você é um ser humano passando pela situação mais adversa dos tempos atuais.

Respira — o vírus nos lembra disso todos os dias.

Respira fundo.

Não vamos nos comportar dessa maneira até o fim. O comportamento muda, nossa resposta é adaptativa, significa que ela vai se adaptando.

Não tem nada de "doente" ou "incapaz" ou "fraco" ou "despreparado" quem não está se sentindo bem neste momento. É normal. É esperado. Logo mais vamos reagir de outra maneira.

Tá tudo bem não estar bem agora.

Tá tudo bem em se sentir bem em um dia e péssimo no outro.

Tá tudo bem sentir medo. Tá tudo bem sentir felicidade com pequenas coisas. Tá tudo bem ter crise emocional. Tá tudo bem ter oscilação de humor.

Só não tá tudo bem descontar tudo isso nos outros, aí não tá tudo bem, porque o outro também tá sofrendo.

O isolamento social também tem fases. Essa é bastante densa. Segurem-se no que vocês têm de mais valioso em suas vidas. E espero que nutram valores gentis e amorosos, isso vai fazer muita diferença agora.

Força, gente!" (Ligia Moreiras Sena — A Cientista Que Virou Mãe)





Bem no comecinho do Lago Norte e com vista para o lindo Lago Paranoá, o templo Jnana Mandiram comemora 45 anos de existência em Brasília com uma agenda semanal super interessante! Até a próxima segunda-feira (22/7), o templo de paz e sabedoria traz à comunidade muito conhecimento elevado e espiritualidade, além da presença iluminada do mestre indiano Swami Anubhavananda.


Conhecido mundialmente pelos ensinamentos sobre tradição védica e autoconhecimento, Anubhavananda é professor na Academia de Pós-Graduação de Estudos Védicos em Sandeepany Sadhanalaya Powai, na Índia. Escritor, palestrante internacional e fundador da organização Sat Bhavana Trust, ele também é doutor honoris da Inter Cultural Open University of Netherlands (Universidade Intercultural Aberta dos Países Baixos, na Europa).


Durante toda esta semana, Swami Anubhavananda estará no Jnana Mandiram conduzindo atividades que vão desde reuniões temáticas (satsangas) e cânticos espirituais (mantras) até seminário e palestra no Congresso Nacional. Na sexta-feira (19), às 14h, o guru – que, em sânscrito, significa “professor” – fala sobre “O ser como um mestre-aprendiz”, na Câmara dos Deputados.


A palestra contará com a participação de José Ruguê, um dos principais médicos ocidentais com foco em Ayurveda e Yoga, valiosas ferramentas de promoção de saúde e bem estar. A Medicina Ayurvédica é o mais antigo sistema de saúde, também conhecida como “ciência da vida”.


PROGRAMAÇÃO – No final de semana – sábado (20) e domingo (21) – o Jnana Mandiram realiza um retiro de imersão, no próprio templo. E na segunda-feira (22), organiza um passeio à cidade de Alto Paraíso (GO), na Chapada dos Veadeiros. As duas atividades também contarão com a presença de Swami Anubhavananda.


A programação é aberta para qualquer pessoa interessada nos conhecimentos que o mestre indiano compartilha mundo afora. A primeira agenda desta semana no Jnana Mandiram começou no domingo (14), com um Havan – Cerimônia do Fogo Sagrado. O eLeve-se estava lá e sentiu a força da maravilhosa celebração e a energia positiva do templo! Foi lindo!



JNANA MANDIRAM – O Janana Mandiram (Jnana: sabedoria/conhecimento; Mandiram: templo) é uma instituição sem fins lucrativos, alinhada à filosofia védica (Yoga e Autoconhecimento). “É um lugar de paz aberto a todos que queiram estudar, meditar e praticar a espiritualidade”, explica Chandramani, que integra a diretoria do templo e cuida do lugar como uma mãe cuida d@ filh@!


No Jnana Mandiram, também são oferecidas aulas de yoga, estudos de Advaita (não-dual, tudo é uma “coisa” só: Deus) e meditação aos domingos, às 18h, na Nave Central do templo. Ah! Crianças são carinhosamente recebidas lá!


Bacana, não é mesmo?! E nos bonitos jardins do Jnana Mandiram, você ainda pode conhecer a famosa Flor de Lótus, trazida da Índia para os laguinhos do templo!



O TEMPLO E SEUS VALORES:
  • Inspirar uma vida simples, com perfeição;

  • Criar condições à manifestação da divindade presente em cada indivíduo;

  • Proteger o meio ambiente e os recursos naturais;

  • Considerar o ser humano em todos os seus aspectos, criando condições para o autoconhecimento;

  • Manter as portas da instituição abertas a todos, sem levar em conta a diferença de religião, nacionalidade, região, cor ou fé política;

  • Adotar a perspectiva universal, não sectária, para assim inspirar a alma das pessoas.



SERVIÇO - Templo Jnana Mandiram

- Endereço: SHIN QL6, Conjunto A, Lago Norte, Brasília (DF)

- Telefone: (61) 3468-3322

- Site: http://jnanamandiram.org.br/

- Facebook: Jnana Mandiram - Templo de Sabedoria

- Instagram: jnana_mandiram

- Email: mandir@jnanamandiram.org.br


Atualizado: 17 de Jul de 2019


Você já tentou diferentes tipos de meditação e ainda não encontrou o SEU melhor método para tranquilizar a mente?! Sabia que é possível meditar e se auto conectar enquanto você produz a sua própria mandala?


O mundialmente conhecido psicanalista Carl Jung, discípulo de Freud e fundador da Psicologia Analítica, descobriu que a mandala é um suporte poderoso de transformação e crescimentos interiores; um símbolo da totalidade: "A questão não é atingir a perfeição, mas sim a totalidade".


Segundo Jung, a ideia gráfica de movimento até o centro da mandala, em que tudo converge, remete à expressão da individualização, da busca por si mesmo. O psicanalista entendia que os símbolos e as cores da mandala oferecem uma série de sinais ligados aos desejos, às fantasias e às motivações pessoais e estes conteúdos representam o que somos.

No Oriente e em ascensão no Ocidente, a confecção e a pintura de mandalas têm sido praticadas como atividades terapêuticas voltadas para o autoconhecimento, o aumento da concentração e o relaxamento da mente. Alguns estudos também indicam que esta forma de meditação pode ser eficaz para regularizar a pressão arterial, estimular a liberação de hormônios que melhoram a qualidade do sono e controlar a ansiedade.


Em sânscrito, a palavra “mandala” significa “círculo”. Nas religiões budista, hindu e tibetana, as mandalas são representações simbólicas utilizadas não apenas em templos, mas também na arquitetura e na arte. A riqueza em detalhes das mandalas e a variedade de cores estão ligadas à representação gráfica e geométrica da harmonia, da espiritualidade e da natureza.


Ou seja, aprender a fazer mandala é um conhecimento que eleva e pode ser usado como um caminho para compreendermos as dinâmicas do universo interno e externo. Não é à toa que, para os hindus, a mandala é uma “reprodução da mente em equilíbrio”.


OFICINA – Bacana, não é mesmo?! Quer viver esta experiência? A oportunidade está chegando! No próximo sábado, dia 29/6, a conhecida mandaleira Helen Chimura, de São Paulo, estará em Brasília para conduzir uma linda Oficina de Mandala! Será em um lugar super aconchegante, cercado de natureza e paz, no Lago Oeste.


“É uma experiência para tocar o coração”, destaca Chimura, formada em Artes Visuais e Design de Interiores e que se tornou conhecida com a página Mandalando Equlíbrio, no Instagram, com 11,5 mil seguidores!


A oficina ocorrerá das 13h às 18h, no Condomínio Mansões Colorado (a 500 metros do Balão do Colorado). “O aluno vai aprender o processo inteiro de criação da mandala, do tratamento da madeira até o desenho, a pintura e o acabamento”, explica Helen Chimura, que produz mandalas desde criança; inclusive, em paredes: “Algo que sempre existiu na minha mente e no meu coração”.


Todo o material para a produção da mandala está incluso no valor da oficina, que também oferecerá outros carinhos, como frutas, lanchinho e chás. As vagas são limitadas!


“O objetivo é que @ alun@ ganhe conhecimento e autonomia para produzir a mandala que quiser, levando para casa o conhecimento e uma bela arte para o prosperar das melhores energias!”, diz. “A pessoa só precisa trazer para o curso intenção, amor e coração aberto!”, acrescenta Chimura, que ao longo de 8 anos desenvolveu o método didático da oficina, realizada em diferentes cidades de São Paulo, Mato Grosso e a caminho do Rio de Janeiro.


A mandala é um suporte poderoso de transformação e crescimentos interiores.
A confecção e a pintura de mandalas têm sido praticadas como atividades terapêuticas voltadas para o autoconhecimento, o aumento da concentração e o relaxamento da mente.
Esta forma de meditação pode ser eficaz para regularizar a pressão arterial, estimular a liberação de hormônios que melhoram a qualidade do sono e controlar a ansiedade.
“É uma experiência para tocar o coração”.



SERVIÇO – Oficina de Mandala com Helen Chimura

- Data: 29/6

- Horário: de 13h às 18h

- Local: Condomínio Mansões Colorado, Lago Oeste (acesso pela DF-001, a 500 metros do Balão do Colorado)

- Contato e inscrições: (11) 97479-1929

- Facebook: Mandalando Equilíbrio

- Instagram: mandalandoequilibrio


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